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Verdadeiros pregadores no tempo do fim

Verdadeiros pregadores no tempo do fim

Atenção para as características encontradas na Bíblia que mostram como devem agir os reais pregadores da Palavra de Deus.


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pregadores
Uma das características que qualifica alguém como verdadeiro pregador é o estilo de vida compatível com os ensinamentos da Palavra de Deus. (Foto: Shutterstock)

O objetivo deste artigo é apresentar brevemente algumas características de verdadeiros pregadores enviados por Deus no tempo do fim.

1. Verdadeiros pregadores pregam a Palavra de Deus. Escreveu o apóstolo a Timóteo: “prega a Palavra” (2 Timóteo 4:2). Pois, “toda a Escritura é inspirada por Deus” (2 Timóteo 3:16; 1 Tessalonicenses 2:13; 2 Pedro 1:19-21). “Gravai nas mentes que a nossa regra de fé é a Bíblia, e a Bíblia só, e não as palavras e os feitos humanos.”[1] “Guardai as vossas histórias para vós mesmos. As pessoas não têm por elas fome espiritual, mas querem o pão da vida, a palavra viva que permanece para sempre. Que tem a palha com o trigo?”[2]

2. Verdadeiros pregadores pregam com simplicidade e poder sobre o sacrifício expiatório de Cristo. Note que é Cristo crucificado, e não verbosidade que “atrai todos”, pois somente Cristo foi “feito por Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção” (João 12:32; 1 Coríntios 1:30). Em Atenas, o capacitado apóstolo Paulo, adaptando-se ao erudito auditório, usou um estilo oratório, cujo resultado foi “pouco produtivo” em conversões (Atos 17:34).[3]

Já em Corinto, Paulo evitou a mínima ostentação de linguagem ou de sabedoria, pregando a “Cristo e Este crucificado” com “temor e grande tremor”, e "em demonstração do Espírito e de poder". Dessa forma, evitou que a fé dos coríntios “se apoiasse em sabedoria humana, e sim, no poder de Deus”, que é Cristo (1 Coríntios 2:1-5). Imitemos o grande apóstolo (Gálatas 2:20). “Vejam-vos as pessoas exaltando a Jesus, e ocultando o eu.”[4]

3. Verdadeiros pregadores pregam a justificação pela fé em Cristo, que resulta em obedecer a todos os mandamentos da santa Lei de Deus. O Espírito Santo mantém a lei de Deus e o evangelho diante do pecador. Na lei é definido o pecado, e por ela convence o transgressor do “pecado, da justiça e do juízo” (Romanos 7:7, 12, 14; 1 João 3:4; João 16:8). Pelo evangelho mostra a Jesus, “que tira o pecado do mundo”, e salva o perdido (João 1:29; 3:16; Lucas 19:10). Somos salvos pela graça, mediante a fé, não por obras (Efésios 2:8, 9). Contudo, a fiel obediência aos santos mandamentos de Deus, pela fé em Jesus, é fruto e marca do verdadeiro discípulo de Cristo (Hebreus 10:14-16; 1João 2:4; 5:3; Apocalipse 14:12).

4. Verdadeiros pregadores pregam a Palavra de Deus por preceito e exemplo. Mostram na prática como não receber “a graça de Deus em vão”, não dando “nenhum motivo de escândalo em coisa alguma” (2 Coríntios 6:1, 3). O termo grego skandalon significava “o que dispara uma armadilha”, ou “o que serve de isca numa armadilha”.[5] Devemos imitar o apóstolo, dominando e “esmurrando” tendências pecaminosas, para não sermos pregadores reprovados (1Coríntios 11:1; 9:27). “A influência espontânea e inconsciente de uma vida santa é o mais convincente sermão que se pode fazer em prol do cristianismo.[6]

Ministério intercessório de Cristo

5. Verdadeiros pregadores pregam a verdade presente integrando-a ao ministério de Cristo no Santuário celestial, e a Sua tríplice mensagem angélica. [7] Cristo é o grande centro originador e integrador de toda a verdade (João 14:6; 17:17). “Cristo, Seu caráter e obra, é o centro e a circunferência de toda verdade. Ele é a cadeia que liga as joias de doutrina. NEle se encontra o inteiro sistema da verdade.”[8] Assim como a teologia da cruz, a teologia do santuário é central na teologia adventista, e envolve “um conjunto unificado de crenças”.[9]

Os pioneiros sabatistas se referiram a este sistema conectado de doutrinas como “verdade presente”.[10] O apóstolo Pedro falou sobre uma “verdade presente”: “Por isso, irei sempre a vós fazer lembrar acerca destas coisas, embora sabedores e firmados na presente verdade” (2 Pedro 1:12).[11] A Igreja sempre teve uma verdade presente dada por Cristo. Nos dias de Noé foi o juízo pelo dilúvio. “A verdade presente agora é aquela que mostra o dever atual e a posição correta para nós que estamos prestes a testemunhar um tempo de angústia, como nunca houve.”[12] Nossos pioneiros perceberam que o santuário celestial é “o centro e a cidadela da verdade presente.”[13] São poderosas verdades bíblicas negligenciadas, que devem ser pregadas no tempo do fim.[14] Elas estão conectadas ao santuário e a tríplice mensagem angélica de 14:6-12[15], como veremos a seguir:

(1) A perpetuidade da lei de Deus e a obrigatoriedade do sábado do quarto mandamento no conflito final (Êxodo 20:1-17; Salmo 19:7-14; Hebreus 8:8-10; 1 João 2:3; Apocalipse 12:17; Isaías 56:1-7; 58:13, 14; Ezequiel 20:12, 20; Mateus 12:1-12; 23:54-56; Hebreus 4:1-11; Apocalipse 11-14).[16] Cristo guardou a lei de Deus e o mandamento do sábado de coração (Salmo 40:7, 8; Mateus 5:17-20; Lucas 4:16; João 15:10; Apocalipse 1:10). Deus integrou Sua lei e o mandamento do sábado com o santuário, a tríplice mensagem angélica, e a fé em Jesus (Hebreus 9:3-5; 8:1, 2, 4, 5; Apocalipse 11:19; 14:7, 12; 15:5).

(2) O ministério antitípico de Cristo no lugar santíssimo do santuário celestial, a partir de 22 de outubro de 1844, por meio do juízo investigativo/purificação desse santuário.[17] Estes são alguns textos que descrevem uma conexão do santuário celestial com o juízo pré-advento e a tríplice mensagem angélica (Daniel 7:9-22; 8:13, 14; 9:21-27; Hebreus 9:23-28; Apocalipse 11:19; 14:6, 7, 14). Os três anjos representam pregadores humanos que “guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Apocalipse 14:12).

(3) A segunda vinda pessoal, visível, gloriosa e de Cristo antes do milênio (Mateus 24:29-31; Lucas 21:25-28; João 14:1-3; Atos 1:9-11; 2 Tessalonicenses 1:7-10; 2:8; Tito 2:13; Apocalipse 1:7).[18] Cristo conecta o santuário celestial e a tríplice mensagem angélica com Sua gloriosa segunda vinda (Hebreus 9:23-28; Apocalipse 14:6-16). Ao Jesus terminar o juízo investigativo em Seu santuário, fixará o caráter de todos os vivos, e voltará com a recompensa “para retribuir a cada um segundo as suas obras” (Apocalipse 22:11, 12).

(4) A imortalidade não é qualidade humana inerente. É condicional (Jó 19:25-27; Salmo 146:3, 4; Eclesiastes 9:5, 6, 10; Daniel 12:2, 13; João 11:11-14; 1 Coríntios 15:51-54; 1 Tessalonicenses 4:13-18; Apocalipse 20:1-9).[19] Somente Deus é imortal (1 Timóteo 6:15, 16). De forma indireta, Cristo integra a doutrina da imortalidade condicional, o santuário e a tríplice mensagem angélica (Apocalipse 14:6, 7, 13, 14; 22:11, 12; Hebreus 9:27, 28). Pois, que sentido faria o juízo no santuário celestial, a segunda vinda de Cristo e a ressurreição dos mortos, se estes já estivessem no Céu gozando a bem-aventurada recompensa?

(5) A manifestação moderna do dom profético na pessoa e escritos de Ellen G. White. Cristo integra o dom de profecia com o santuário, e a verdade presente. Em uma visão do santuário celestial, Jesus glorificado enviou mensagens a sete igrejas representativas (Apocalipse 1:10-20). “Os nomes das sete igrejas são símbolos da igreja em diferentes períodos da era cristã.”[20] Pois Cristo concedeu o dom de profecia à igreja remanescente (Efésios 4:8-11; Atos 2:14-21; Joel 2:23, 28, 29; Apocalipse 12:17; 19:10; 22:8, 9).[21]

Contudo, o ministério profético de Ellen White não foi de caráter formulador de doutrinas, mas somente confirmador. Por exemplo, ela ratificou a importância do assunto do santuário. “O assunto do Santuário foi a chave que desvendou o mistério do desapontamento de 1844”, e “revelou um conjunto completo de verdades, ligadas harmoniosamente entre si.”[22] A pregação da verdade presente e a tríplice mensagem angélica são feitas por aqueles que aceitam o ministério do verdadeiro dom de profecia. A propósito, seria bom ministrar cursos para pregadores, ensinando como pregar a verdade presente conectada em Cristo com o santuário e a tríplice mensagem angélica.

Verdade presente

6. Assim como Jesus pregou o evangelho baseado na profecia; verdadeiros pregadores baseados na profecia pregam o evangelho eterno e a verdade presente, apelando por arrependimento. Jesus pregou baseado no cumprimento da profecia das 70 semanas de Daniel 9. O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos, e crede no evangelho" (Marcos 1:15).[23] Porém, desde 1844 cumpriu-se a profecia dos 2300 anos de Daniel 8 e 9, e está ocorrendo o “Seu juízo” pré-advento (Apocalipse 14:7, 14).[24]

Em face ao solene juízo em andamento, e a iminente volta de Cristo “o Senhor quer que Seus servos hoje em dia preguem a antiga doutrina evangélica: tristeza pelo pecado, arrependimento e confissão....Deve-se trabalhar em prol do pecador, perseverante, fervorosa e sabiamente, até que veja que é um transgressor da lei de Deus, e manifeste arrependimento para com Deus e fé em nosso Senhor Jesus Cristo.”[25] “Unicamente aquele que é um fiel ensinador da verdade poderá, ao fim de seu trabalho, dizer como Paulo: "Estou limpo do sangue de todos" (Atos 20:26).[26]

7. Verdadeiros pregadores restauram instituições divinas e reformam o povo de Deus. O Senhor nosso Deus Criador e Redentor é o único digno de adoração (Gênesis 1, 2; Salmo 95:3-6; Apocalipse 4:11). Pregadores verdadeiros, no espírito de Elias, restauram a adoração ao Criador e Redentor. Isto inclui a santificação do sábado do quarto mandamento (1 Reis 18; Malaquias 4:5; Êxodo 20:8-11; Deuteronômio 5:12-15; Isaías 58:12-14; Ezequiel 20:12, 20; Lucas 23:54-56; Hebreus 4:1-11; Apocalipse 14:7).

Eles restauram a família e o matrimônio bíblico (Gênesis 2:24; Malaquias 4:5; 2:14-16; Efésios 5:31; 6:1-4; 1Timóteo 3:2). E ensinam a “reforma interna” que resulta na “reforma externa” (Mateus 23:24-26; Lucas 3:3-14; 1Coríntios 6:19, 20; 10:31; Apocalipse 14:7).[27] “Nossos pregadores devem ensinar a reforma de saúde, mas não devem fazer disso o tema predominante em lugar da mensagem”.[28] Contudo: “temperança em todas as coisas deve estar associada com a mensagem, a fim de fazer voltar o povo de Deus de sua idolatria, glutonaria e extravagância no vestir e em outras coisas.”[29]

8. Verdadeiros pregadores gastam mais tempo do que falam em oração pelo Espírito Santo (Atos 1:8, 13, 14). Se realmente queremos reavivamento e reforma pelo Espírito de Deus, devemos gastar muito mais tempo orando do que meramente falando. “Enquanto o povo se acha tão destituído do Espírito Santo de Deus, não pode apreciar a pregação da Palavra; mas quando o poder do Espírito lhes tocar o coração, então os sermões não ficarão sem efeito.”[30] “Precisamos orar mais, e falar menos.”[31]

9. Verdadeiros pregadores são visitadores, e proclamam a verdade presente em todos os lugares (Marcos 16:15; Atos 5:42; 8:4). É importante a pregação no púlpito, onde “a verdade presente deve ser repetida com frequência, mesmo para aqueles que nela estão estabelecidos.”[32] Mas, a Bíblia não está acorrentada ao púlpito. É erro fatal limitar a pregação ao púlpito, ou a outros bons recursos como tv, rádio e redes sociais digitais

Assim como o colportor, o pregador visitador é indispensável (Atos 8:4, 5, 26, 40; 10:19-48; 20:20). “Se metade do tempo agora usado em pregação, fosse dado ao trabalho de casa em casa, ver-se-iam resultados favoráveis.”[33] A propósito: “de vila a vila, de cidade a cidade, de país a país tem de ser proclamada a mensagem da verdade presente, não com exibições exteriores, mas no poder do Espírito.”[34] Assim seja. Glória a Deus!


Referências:

[1]WHITE, Ellen G. Conselhos sobre a escola sabatina, 7ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2012, p. 84.

[2]_______. Evangelismo, 3ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2012, p. 210. A seguir: Evangelismo.

[3]_______. Atos dos Apóstolos, 9ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2013, p. 244. A seguir: Atos dos Apóstolos.

[4]Evangelismo, p. 171.

[5]Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, 1ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2014, v. 6, p. 734.

[6]Atos dos Apóstolos, p. 511.

[7]Para estudar a tríplice mensagem angélica ver: TIMM, Alberto R. O Santuário e as Três Mensagens Angélicas, 5ª ed. Engenheiro Coelho, SP: Unaspress, 2009. A seguir TIMM; WHITE, Ellen G. As Três Mensagens Angélicas, 1ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2023.

[8]WHITE, Ellen G. Cristo Nossa Alta Vocação, MM1962, p. 14.

[9]KNIGHT, George R. Uma Igreja Mundial, 1ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2000, p. 43. A seguir: KNIGHT.

[10]TIMM, p. 4.

[11]Novo Testamento Interlinear Grego-português, Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2004, p. 873. Ver também: Santa Bíblia Reina Valera 2000, 11ª ed. Florida: New Life, 2008, p. 1029.

[12]WHITE, James. “Present Truth”, v. 1, Middletown, Connecticut, julho de 1849, p. 17.

[13]COTTRELL, Roswell F. Review and Herald, 15 de dezembro de 1863.

[14]KNIGHT, p. 41.

[15]TIMM, p. 254.

[16]Para um estudo mais detido sobre a lei de Deus e o sábado do quarto mandamento ver: Nisto Cremos, 10ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2022, p. 296-338. A seguir: Nisto Cremos; VELOSO, Mario. “A Lei de Deus” e STRAND, Kenneth A. “O Sábado”, em Tratado de Teologia Adventista do Sétimo Dia, 1ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2021, p. 510-597. A seguir: Tratado de Teologia Adventista do Sétimo Dia; REIS, Emilson dos; Groger, Renato; FOLLIS, Rodrigo, orgs. Doutrina do Sábado, 1ª ed. Engenheiro Coelho, SP: Unaspress, v. 1 e v. 2, 2012.

[17]Para estudar sobre o santuário celestial e o ministério sacerdotal de Cristo ver: HOLBROOK, Frank. B. ed. Doutrina do Santuário, 1ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira 2021; HOOLBROK, Frank B. O Sacerdócio Expiatório de Jesus Cristo, 1ª ed.  Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2013, p. 121-221; RODRíGUEZ, Ángel Manuel. “Santuário” em Tratado de Teologia Adventista do Sétimo Dia, p. 421-466.

[18]Para estudar a segunda vinda de Cristo ver: Nisto Cremos, p. 416-434; Tratado de Teologia Adventista do Sétimo Dia, p. 988-1023.

[19]Sobre o tema da imortalidade da alma ver: BACCHIOCCHI, Samuele, Crenças Populares, 1ª ed. 2016, p. 48-137CAIRUS, Aecio E. “A Doutrina do Homem”, Tratado de Teologia Adventista do Sétimo Dia, p. 231-261.

[20]Atos dos Apóstolos, p. 585.

[21]Para um estudo do dom profético de Ellen White ver: DOUGLASS, Herbert E. Mensageira do Senhor, 1ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2001; TIMM, Alberto R.; ESMOND, Dwain N. Quando Deus Fala, 1ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2017; WHITE, Arthur L. Ellen White: Mulher de Visão, 1ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2016.

[22]WHITE, Ellen G. O Grande Conflito, 43ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2013, p. 423. A seguir: O Grande Conflito.

[23]Para estudar a profecia das “setenta semanas” de Daniel 9, ver: HOLBROOK, Frank B. ed. Setenta Semanas, Levítico e a Natureza da Profecia, 2ª ed. Engenheiro Coelho, SP: Unaspress, 2021; O Grande Conflito, p. 317-328.

[24]Para estudar a profecia dos “2300 anos” de Daniel 8 e 9, ver: GOLDSTEIN, Clifford. 1844, 1ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2000; O Grande Conflito, p. 317-354; MAXWELL, C. Mervyn. Uma Nova Era Segundo as Profecias de Daniel, 2ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011, p. 151-278.

[25]Evangelismo, p. 179, 180.

[26]Atos dos Apóstolos, p. 394.

[27]WHITE, Ellen G. Conselhos Sobre o Regime Alimentar, 12ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2012, p. 35.

[28]A autora refere-se à “mensagemdo terceiro anjo”. Ibidem, p. 74.

[29]Ibidem, p. 71.

[30]WHITE, Ellen G. Mensagens Escolhidas, Santo André, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1985, v. 1, p. 121.

[31]Ibidem, p. 122.

[32]WHITE, James. “Present Truth”, v. 1, Middletown, Connecticut, julho de 1849, p. 17.

[33]WHITE, Ellen G. Evangelismo, p. 463.

[34]_______. Obreiros Evangélicos, 5ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011, p. 27.

 
Sola Scriptura

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As doutrinas bíblicas explicadas de uma forma simples e prática para o viver cristão

Wilson Borba é bacharel em Teologia pelo Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), campus São Paulo. Possui mestrado e doutorado na mesma área pelo Unasp, campus Engenheiro Coelho; um mestrado em Sagrada Escritura e outro doutorado em Teologia pela Universidade Peruana Unión (UPeU). Ao longo de seu ministério foi pastor distrital, diretor de departamentos, professor e diretor de seminários de Teologia da Igreja Adventista na América do Sul.

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